Foto: Juninho Acácio

A frente do prédio da Prefeitura de Ubatuba foi tomada por comerciantes na manhã de hoje, que protestaram contra os decretos assinados pela prefeita Flávia Pascoal que restringiram o comércio na cidade, até o fim do mês de janeiro. Os decreto foram assinado e publicados na tarde de segunda-feira, 18 de janeiro.

O protesto contou com a participação de comerciantes do setor náutico e também de ambulantes. A manifestação teve início por volta das 10 horas da manhã e se prolongou até o início da tarde.

A maior reclamação, e a maior insatisfação dos comerciantes e ambulantes que estavam no local, é em relação a proibição absoluta de realização dos trabalhos, principalmente na faixa de areias das praias.

Diferentemente dos outros setores da economia, o comércio náutico e os ambulantes foram colocados na fase vermelha do plano São Paulo, e não na fase laranja como o restante da cidade de Ubatuba.

A maior reivindicação colocada pelos comerciantes e ambulantes foi o direito de trabalhar também com 40% de capacidade, assim como é determinado pelo Governo do Estado.

Segundo os manifestantes, o comércio náutico e o ambulante, em sua grande maioria, tem seu trabalho realizado ao ar livre e não provoca aglomerações.

O vice-prefeito, Marcio Maciel, que foi presidente da Associação Comercial de Ubatuba, esteve presente e conversou com os cerca de 260 trabalhadores que estiveram no local, e disse que levaria todas as reivindicações para a prefeita Flávia Pascoal, incluindo a principal delas que foi o pedido de manter esses setores na fase laranja.

Estiveram presentes também a Associação de Turismo Náutico de Ubatuba, a Associação de Turismo do Itaguá, os barqueiros e pescadores da praia do Estaleiro e da Picinguaba. Porém, eles se reuniram com o Secretário de Turismo da cidade, que assim como vice-prefeito, Marcio Maciel, se comprometeu a levar as reivindicações para a Prefeita Flávia Pascoal.

Diante dos protestos, a prefeita, que está no cargo há 19 dias, se reuniu com os barqueiros da praia da Picinguaba, com os representantes da Cultura Regional Tradicional da região norte, e também com os ambulantes.

Ao término da conversa, a prefeita se comprometeu a realizar uma reunião com o Ministério Público para solicitar a colocação da cidade toda na fase laranja. Ela pediu um prazo até quinta-feira, 21 de janeiro, para ter uma resposta sobre a alteração ou não do decreto.

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