A Rodovia Oswaldo Cruz registra forte movimento na descida para Ubatuba nesta sexta (26). O fluxo deve se intensificar ao longo do dia com previsão de pico no início da noite. O cenário se repete na Tamoios e Rio-Santos, que já operam com tráfego pesado sentido Litoral Norte. A expectativa é de aumento contínuo até o Ano Novo, com maior concentração entre 30 e 31 de dezembro.
Na manhã desta sexta-feira (26), o Litoral Norte começou a ganhar o ritmo que se repete quase todo fim de ano — carros, famílias, bagagens no porta-malas e uma fila contínua de faróis descendo em direção às praias. Na Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125), principal acesso para quem segue de Taubaté para Ubatuba, o fluxo já era elevado desde as primeiras horas do dia, especialmente no trecho de serra, onde a velocidade fica naturalmente reduzida e qualquer desaceleração vira efeito cascata.
A cena, conhecida por motoristas que escolhem Ubatuba como destino de verão, antecede o que deve ser um fim de semana de tráfego intenso, impulsionado pela aproximação do Ano Novo. De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e monitoramento das rodovias da região, a tendência é que o movimento aumente gradualmente ao longo do dia, com previsão de pico a partir das 18h — horário clássico em que o calor diminui, mas o volante esquenta.
O mesmo cenário é observado na Rodovia dos Tamoios, principal ligação entre São José dos Campos e Caraguatatuba. A concessionária responsável prevê maior volume à noite e nos próximos dias, acompanhando o deslocamento de turistas para a virada. Na chegada a Caraguatatuba, a Serra Antiga já apresentava lentidão durante o período da manhã.
Em Caraguatatuba, a Rio-Santos também registra fluxo elevado sentido São Sebastião. A rodovia, que costura litoral e serra em um único eixo, costuma concentrar veículos nos trechos mais urbanos e nas aproximações de cruzamentos e acessos às praias.
Para quem planeja seguir viagem rumo ao mar, o conselho sempre soa repetitivo, mas segue valendo: atenção redobrada na serra, respeito às sinalizações, revisão do veículo e paciência. É o preço do verão. E quem descer a Oswaldo Cruz nos próximos dias provavelmente dividirá a estrada com milhares de outros viajantes em busca do mesmo objetivo — chegar a Ubatuba e respirar o primeiro vento salgado da temporada.