A madrugada de 16 de fevereiro terminou com ruas ocupadas, barulho persistente e registros de brigas nas imediações da Santa Casa de Ubatuba, no Litoral Norte paulista. Segundo relatos de moradores e imagens divulgadas nas redes sociais, um “fluxo” — aglomeração informal com veículos e som alto — tomou a região entre a rua Salvador Corrêa e áreas próximas à unidade hospitalar, estendendo-se até depois das 5h.
Vídeos mostraram grande concentração de pessoas, confusões no meio da multidão e dificuldades para circulação de serviços essenciais, como a coleta de lixo. A proximidade com o hospital, referência em urgência e emergência, ampliou a preocupação dos moradores, que relataram sensação de insegurança e apontaram suposta ausência de fiscalização no momento mais crítico.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre intervenções policiais ou registros formais de ocorrência relacionados ao episódio.
A cidade ainda tentava dormir quando o ruído voltou a ocupar as ruas. Não era o som da maré, nem o silêncio quebrado por passos tardios. Era outra coisa — motores, caixas de som, vozes atravessando a madrugada como se o dia nunca tivesse terminado.
Na madrugada de segunda-feira (16), um “fluxo” se espalhou pelas imediações da Santa Casa de Ubatuba. Começou antes do amanhecer, tomou a rua Salvador Corrêa e avançou pelas horas escuras até depois das cinco. Veio com aglomeração, música alta e episódios de briga registrados por moradores e por vídeos que circularam nas redes sociais.
As imagens que circularam pelas redes sociais mostraram uma multidão comprimida entre carros, luzes e barulho. Em meio ao movimento, discussões, confrontos e a dificuldade de passagem para veículos de serviço. O caminhão da coleta de lixo precisou enfrentar a massa. A rotina urbana, silenciosa por natureza naquele horário, cedeu lugar ao improviso.
A preocupação aumentou pelo endereço: a poucos metros, a unidade hospitalar que atende emergências. Moradores relataram insegurança, ruído contínuo e obstáculos potenciais ao acesso de ambulâncias e pacientes. A noite pareceu longa para quem precisava apenas de descanso — ou de passagem livre.
Não há, até agora, confirmação oficial de intervenção policial ou de registros formais ligados ao episódio. O que ficou foi o eco — de motores, vozes e da madrugada que custou a terminar.