A Taxa de Preservação Ambiental (TPA) já está em vigor em Ilhabela e passa a integrar o planejamento de quem pretende visitar a ilha com veículo. A cobrança, que pode chegar a R$ 140 dependendo da categoria, é aplicada automaticamente por meio da leitura de placas ou sistemas eletrônicos, sem a necessidade de parada em pedágios tradicionais. Voltada a veículos de fora do município, a taxa tem como objetivo financiar ações de conservação ambiental e manutenção da infraestrutura impactada pelo turismo. Para os visitantes, a principal orientação é acompanhar a identificação do veículo e garantir o pagamento dentro do prazo, utilizando opções como TAG, Pix, cartão ou boleto. A medida altera a dinâmica de acesso à ilha ao incluir um novo custo e exigir atenção do motorista, especialmente para evitar pendências após a viagem.
A Taxa de Preservação Ambiental (TPA) já está em vigor em Ilhabela e passou a fazer parte da rotina de quem pretende acessar a ilha com veículo. A cobrança, que pode chegar a R$ 140 dependendo da categoria, exige que motoristas estejam atentos às regras e às formas de pagamento para evitar pendências durante ou após a viagem.
A taxa é aplicada a veículos não registrados em Ilhabela ou em São Sebastião e tem como objetivo financiar ações de conservação ambiental, manutenção urbana e serviços públicos voltados ao impacto do turismo . Os valores variam conforme o tipo de veículo, indo de R$ 10 para motocicletas até R$ 140 para ônibus, com carros de passeio fixados em R$ 48 .
Na prática, o visitante precisa entender que a cobrança é feita por entrada na ilha, independentemente do tempo de permanência . O sistema utiliza leitura automática de placas ou identificação por TAG, dispensando estruturas tradicionais de pedágio e exigindo atenção posterior ao pagamento .
Para efetuar o pagamento, há diferentes opções disponíveis. Motoristas podem utilizar TAGs eletrônicas de pedágio, além de Pix, cartão de crédito ou débito e pagamento em dinheiro em pontos de apoio. Também há a possibilidade de emissão de boleto pela internet ou em centros de atendimento ao usuário .
Na prática, a orientação é simples: quem entra na ilha deve verificar se o veículo foi identificado pelo sistema e garantir o pagamento dentro do prazo, especialmente nos casos em que não há cobrança automática. A recomendação é acompanhar os canais oficiais ou realizar o pagamento assim que possível, evitando acúmulo de débitos.
Outro ponto que exige atenção é a isenção. Veículos com placas de Ilhabela e de São Sebastião não são cobrados automaticamente, sem necessidade de cadastro prévio . Para os demais visitantes, a taxa passa a ser parte obrigatória do custo da viagem, somando-se à tarifa da balsa para travessia.
Com a cobrança já em funcionamento, o modelo reforça a tendência de gestão turística baseada em controle de fluxo e compensação ambiental. Para quem pretende visitar Ilhabela, a principal mudança não está no acesso, mas no procedimento: entrar continua simples — sair sem regularizar a taxa, não.