Atualizada às 9h49

Três projetos de lei se destacam na ordem do dia da sessão ordinária da Câmara de Ubatuba nesta terça-feira, 23 de fevereiro.

O primeiro deles vem assinado por todos os vereadores e pede que a pesca amadora e artesanal praticada em Ubatuba seja declarada como “Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial” e a considera de especial interesse social.

O segundo é de autoria do Vereador Rogério Frediani que “Declara e reconhece
como Povo e Comunidade Tradicional a população da Praia Grande do Bonete, situado na Região Sul do Município de Ubatuba”.

Já o presidente da casa, Jorge Ribeiro , assina o terceiro projeto que “Declara Patrimônio Cultural e Turístico Imaterial do Município, o projeto: “Concertos Musicais” – “Música na Praça”, “O Artista onde o Povo Está”, Recital Pedagógico” e Grupos de Câmara e dá outras providências”.

Completam a ordem do dia a votação de um veto do executivo, dois pedidos de informação e 31 requerimentos, a maioria deles destinados ao Executivo.

Curioso

Dentre os requerimentos, chama a atenção o de número nº 171/21, de autoria do presidente da Câmara, Jorge Ribeiro, que traz a seguinte redação: “Requer pesquisa e avaliação, junto à população, em face ao retorno híbrido das aulas do ensino municipal. Sugere revisão da data de início das aulas, até que todos os professores e alunos estejam vacinados”.

A sugestão do vereador é de que as aulas voltem apenas após os alunos serem vacinados. Porém, os testes de vacina em crianças sequer foram iniciados pela maior parte das empresas responsáveis pela produção de vacinas.

Outro lado

Logo após a publicação desta matéria, o vereador Jorge Ribeiro, presidente da Câmara encaminhou a seguinte resposta em um dos grupos de WhatsApp onde a matéria foi compartilhada e aproveitamos para replicá-la aqui:

“Aproveito a matéria do portal LC 28, o qual tenho respeito pela imparcialidade e transparência.
Esclareço que fui procurado por professores que maioria está receoso pelo fato de não serem vacinados e voltarem as aulas presenciais, a grande preocupação é levarem o vírus para seus parentes idosos e pacientes com comorbidades, mostraram alguns estudos no aumento de casos após volta as aulas..

Já referente às crianças , também fui procurado por pais e mães de alunos.. Onde relatei sobre não haver ocorrido testes em crianças, ainda sim fui rebatido e contrariado por alguns pais.
Deste modo firmei com os pais de fazer o requerimento e aguardar por escrito a resposta do Órgão de Saúde, confirmando assim a minha fala a eles ….”

 

 

 

 

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