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A partir da próxima quarta-feira, dia 16, a cobrança da do estacionamento rotativo, a chamada Zona Azul, passa a ser operada pela Emdurb, Empresa de Desenvolvimento Urbano, como prevê o decreto que definiu o processo de extinção da Comtur, Companhia Municipal de Turismo.

Depois que o LN21 divulgou o reajuste de 66% na tarifa, a ser efetivado a partir de primeiro de janeiro, muitos questionamentos foram feitos à reportagem sobre uma possível cobrança por meio de sistema informatizado, o que foi descartado pela direção da empresa. O argumento é que a prazo inicial de 180 dias em que o serviço ficará a cargo da empresa é curto para que se promova alterações no sistema atual.

Segundo o que o portal apurou, em princípio, a Emdurb continuará se utilizando do atual sistema de talonário impresso. No entanto, será dada ao usuário uma possibilidade a mais de pagamento, que é o uso de cartão de crédito ou débito.

A justificativa é a de que, atualmente, o número de pessoas que usa cartão tende a ser maior do que os que se utilizam de dinheiro, então, o sistema, a partir das tradicionais máquinas de cobrança via cartão, é visto como um facilitador para o usuário.

Neste caso, segundo apurado, a utilização será implementada imediatamente em razão da Emdurb já possuir conta no banco que será o responsável pelo fornecimento das máquinas, não havendo a necessidade de abertura de processo licitatório. Inclusive, a intenção inicial seria promover a possibilidade de pagamento via Pix. Mas, como este serviço não faz parte do contrato em vigência, não será implantado pois, neste caso, haveria a necessidade de licitação, o que foi descartado pela direção da empresa.

A opção pelo uso das máquinas de cartão também considerou que, com a medida, haverá menos dinheiro circulando na mão dos agentes responsáveis pela cobrança, o que deverá diminuir o risco de assaltos.

Esse, segundo o presidente da Emdurb, Josué Gulli, é um dos fatores mais importantes a serem considerados. “Minha meta, neste momento, é diminuir o dinheiro em mãos, e ter o máximo possível de transparência quanto à arrecadação. Se antes, transportava-se R$ 10 mil, por exemplo, agora, acreditamos que vão ser R$ 500, no máximo”, ressaltou.

Sobre a estrutura e os ajustes para assumir os serviços a partir de quarta-feira, dia 16, Gulli garantiu que estão caminhando dentro do esperado, inclusive a aquisição de equipamento para aos agentes que atuarão na cobrança da Zona Azul. “Já foram providenciadas as aquisições de camisetas, bonés, pochetes, talonários, entre outros. Tudo o que foi necessário até aqui ficou abaixo de R$ 50 mil, então, pôde ser feita compra direta, sem licitação. Apenas o fornecimento de “marmitex” terá pregão, pois ficou acima do permitido para a compra sem licitação”, destacou.

O pregão para a aquisição da alimentação está marcado para o dia 20 de dezembro. Não há informações sobre o volume de marmitas que estão sendo adquiridas, e nem o valor que se estima investir nas aquisições.

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